Jacques Copeau e a Ecole du Vieux Colombier: em busca de um ator-criador.

 

Na foto da esquerda (1913), atores em exercícios conduzidos por Karl Böhm. Dullin é o terceiro a partir da esquerda. (fonte: arquivo Eugenio Barba)

 

No livro The Structure Of Scientific Revolutions, Thomas Kuhn (1970) faz uma análise científica sobre os paradigmas da natureza das revoluções e de quem as fez. Kuhn diz que as pessoas educadas e envolvidas em velhos paradigmas são impossibilitadas de se distanciarem delas mesmas o suficiente para poderem enxergar seus defeitos e suas inconsistências. Devido a isso, o amador, o não-especialista ou o excluído, são sempre os que conseguem incorporar as informações e as necessidades sob uma nova perspectiva do mundo. Jacques Copeau é um desses exemplos, pois dentro do contexto teatral francês era, sem dúvida, um excluído. Continue lendo “Jacques Copeau e a Ecole du Vieux Colombier: em busca de um ator-criador.”